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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

20-11 Dia da Consciência Negra



Hoje é celebrado o Dia da Consciência Negra no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de
Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).

Zumbi
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.

Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.


O dia é celebrado desde a década de

1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.
A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana da Consciência Negra.





Para encerrar o Ano da França no Brasil no Estado da Bahia, aconteceu um encontro único entre a bossa nova brasileira e a música francesa, no show “Planète Nougaro – Toulouse em Bossa”, do cantor e compositor baiano radicado na França, Paulo Costa.
Foi a primeira vez que Costa voltou a cantar em sua terra natal depois de cerca de dez anos de ausência, apresentando, no Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro de Salvador, um repertório que transitou entre composições próprias e versões para músicas do lendário artista toulousano Claude Nougaro e do monumento da canção francesa, Henri Salvador.Espécie de embaixador da Bossa Nova na França, este baiano de Itapetinga, criado em Santo Amaro e que viveu muitos anos em Toulouse, é um dos mais fervorosos propagadores da música brasileira em terras francesas, e da sua inevitável mistura com a chanson française.
Na concorrida noite de encerramento do Ano da França no Brasil, Paulo Costa tocou para uma sala repleta de convidados e admiradores um repertório misto, interpretando-o com sua peculiar voz suave, elegante e modulável, com uma afinação impecável


“O show se chama “Toulouse em Bossa” por conta da versão que eu fiz da música Toulouse, composta por Claude Nougaro, que é uma espécie de hino dele, tal como é para nós Garota de Ipanema ou Aquarela do Brasil”, começa a explicar Paulo Costa.
“Nougaro é muito famoso na França e é conhecido por fazer versões de músicas brasileiras, como Viramundo, O Que Será que Será e Berimbau. E eu trouxe Toulouse para português em forma de bossa nova, que ele cantava num tom quase marcial, para um lado mais baiano, mais tranquilo”.
Assim, a noite foi uma espécie de apoteose do evento que fomentou a cooperação e os intercâmbios binacionais entre a França e o Brasil, principalmente os de natureza cultural. A plateia experimentou gratas e emocionantes surpresas, como a presença da poetisa e escritora Mabel Velloso, primeira professora de Costa.

Toulouse
Era uma primeira vez também para Paulo Costa, que pela primeira vez cantaria em sua terra, depois de aportar de uma turnê europeia de mais de 100 mil espectadores.
Com o auxílio luxuoso de uma banda inteiramente formada de músicos baianos consagrados – Ivan Huol na bateria; Paulo Mutti na guitarra; Ubiratan Marques nos teclados e Marcos Sampaio no contrabaixo –, o cantor e compositor cumpriu a intenção que tinha ao propor o concerto: “fazer uma ponte entre os artistas de ambas nacionalidades, como uma maneira de estreitar os laços, principalmente os culturais, entre o Brasil e a França”.
“É uma honra encerrarmos o Ano da França no Brasil”, declarou Luciana Valeo, produtora do espetáculo. “Fomos convidados pela Fundação Gregório de Mattos e sem o apoio fundamental do CulturesFrance e do Ano da França no Brasil, não teria sido possível este reencontro entre um artista baiano radicado na França com sua terra e sua cultura”.“Foi uma noite ímpar”, classificou a assistente social Angélica Ribeiro.
“Foi muito interessante essa mescla da música francesa com a brasileira e também ver as duas línguas cantadas juntas. Tomara que o encerramento do Ano da França no Brasil seja um verdadeiro começo deste intercâmbio que ele proporcionou entre os dois países”, completou.

“É uma alegria muito grande estar aqui para ver que meu aluno se tornou um homem de sucesso. O menino cresceu, se tornou famoso e representa nosso País”, colocou Mabel. Para ela, o Ano da França no Brasil significou esta oportunidade única de juntar os dois países, separados por “um oceano de saudades e possibilidades”. “A gente tem no Brasil a beleza do que é novo. Isso se une à beleza do antigo, da Cidade Luz, e tudo isso vira muita luz para todos”, filosofa a poetisa.


Mabel Veloso

No show, Costa cantou duas músicas que fez baseadas em poemas de Mabel, Lona Estragada e Anoitecendo, como forma de homenagear a ex-professora primária. Ao final da homenagem, ele oferece a ela um ramalhete de rosas brancas. Além de Mabel, também estava sentada na audiência Dona Naná, mãe do cantor e compositor, que pela primeira vez veria o filho atuar no palco. “É uma emoção muito forte, nunca vi meu filho no palco antes”, disse a senhora, minutos antes de começar o espetáculo. Para ela, Paulo Costa cantou Fuxico, escrita para lhe celebrar, e também deu um ramalhete de rosas.




Paraty

Após passagens de sucesso em Ilha das Cobras, São Gonçalo e Graúna, a comunidade do bairro da Ponte Branca, em Paraty (RJ) será mais uma a ser visitada, no dia 21 de outubro, pelo projeto franco-brasileiro Cinema Itinerante.

O evento, que integra as celebrações oficiais do Ano da França no Brasil, é uma co-realização entre as ONGs Cineclube Paraty e o Cine Bus, que tem como objetivo levar o cinema às periferias da cidade histórica da região sul fluminense.

O projeto, inaugurado no dia 14 de novembro e com duração até 27 de novembro, passará por sete comunidades paratienses onde uma grande parte de suas populações nunca teve a oportunidade de assistir a um filme em tela grande. Para isso, foi trazido da França uma tela inflável de 12 x 8 metros e um pequeno projetor portátil de 35 mm com uma lâmpada de 2.600 watts, transportado em um caminhão de baú pequeno.

Em cada apresentação, são exibidos três filmes de uma seleção de quatro: “O Garoto” (The Kid), de Charles Chaplin, o curta-metragem brasileiro “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado, o francês “Microcosmos – Fantástica Aventura da Natureza” (Le Peuple de l’herbe), de Claude Nuridsany, e “O Rei e o Pássaro” (Le Roi et l’Oiseau), de Paul Grimault.Bernardete Passos, membro do Conselho do Cineclube Paraty, explicou que o projeto nasceu da admiração de sua associação pelo trabalho do Cine Bus, e pelo desejo de ter uma estrutura semelhante na cidade, que só conta com uma sala uma vez por semana – na Casa da Cultura, localizada no Centro Histórico.

“Nossas duas ONGs nutrem uma forte amizade e conseguimos viabilizar a vinda deles graças ao Ano da França no Brasil. Trazer cinema com tela grande e filmes de qualidade em Paraty é novidade, mais ainda por ser nos bairros. Sem o apoio do Ano da França no Brasil, esse evento não aconteceria”, afirmou.




O diretor-geral do Cineclube Paraty, André Góes, explicou que desde o início da fundação da ONG o objetivo era levar o cinema a locais que nunca tiveram possibilidade de acesso. “Através da parceria com o Cine Bus e com o contexto do Ano da França no Brasil conseguimos colocar esse sonho em prática.
O cinema tem o poder de tocar e emocionar as pessoas. Queira ou não, ele te faz refletir sobre a vida. Se bem utilizado, é um grande instrumento pedagógico de transformação”, disse Góes.Por sua vez, o representante do Cine Bus, Bernard Seyssel, que comandava as projeções, explicou que esta é a primeira vez que o Cine Bus realiza um projeto fora da França.

“Começamos há 25 anos da mesma maneira que o Cineclube Paraty, o que nos sensibilizou muito a participar. Hoje somos uma federação de 35 cidades centradas na região Ródano-Alpes e exibimos filmes em todas as partes do ano. Para nós, estar em Paraty é uma grande aventura e fizemos questão de trazer parte da estrutura para cá, usar nosso equipamento e experiência. O som foi comprado aqui e ficará com o CineClube”, disse Seyssel, que espera voltar logo ao Brasil para repetir a experiência.





O responsável pela ponte que intermediou as negociações entre as duas ONGs foi o francês David Chaigne, representante associação Eloisa de Mediações Culturais. Segundo ele, a amizade foi uma palavra-chave para conseguir concretizar o projeto.
“Conheço membros das duas associações e há tempos já se cogitava essa parceria. Em 2008, vi que isso era viável graças à oportunidade do Ano da França no Brasil. Não foi fácil, pois precisamos trazer o equipamento da França, uma estrutura grande e onerosa. Tomara que estejamos instigando em alguns desses meninos a vontade de, quem sabe um dia, montar um cineclube”.
O sargento do Corpo de Bombeiros e líder comunitário da Ilha das Cobras Hubert da Silva, ressaltou a importância do evento para a população local. “Esse evento em nossa comunidade é muito importante, pois nos traz lazer e alegria. Aqui somos muito carentes nesses aspectos. Quem quer assistir ao cinema só tem uma opção no centro histórico bem de vez em quando.
Outra solução é viajar para Ubatuba ou Angra dos Reis, cidades mais próximas”, afirmou.Cinema Itinerante foi realizado pela Prefeitura de Paraty, Cineclube Paraty, Cinebus e Eloisa –Associação de Mediações Culturais. Contou com o apoio de Culturesfrance, Cine Cinemateca, MK2, CNC (Centre National du Cinéma et de l’Image Animée), região Ródano-Alpes, Governo Federal do Brasil e República Francesa.

Um ótimo feriado a todos

bjs JuJah

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Estou mega blaster feliz, pois a Rádio Novo Tempo se tornou um ponto de cultura através do projeto do Governo Federal.
LOUVEIRA TERÁ PONTO DE CULTURA EM 2010

O PROJETO NOVO TEMPO CULTURAL, da Associação Comunitária de Louveira, foi um dos 300 selecionados nesta segunda-feira, dia 16 de novembro, em cerimônia realizada na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo com a participação de representantes do Ministério da Cultura (MinC).

Esse projeto é um convênio entre o Governo Federal e o Estadual e visa apoiar entidades e incentivar iniciativas da sociedade civil por meio do fomento, difusão, produção e formação cultural.

Foram inscritos neste edital 1.188 projetos de todo o Estado de São Paulo. Cada projeto receberá um total de R$ 180 mil ao longo de três anos. O valor total de recursos é de R$ 54 milhões, sendo R$ 36 milhões do Ministério da Cultura e R$ 18 milhões da Secretaria de Estado.

O PROJETO NOVO TEMPO CULTURAL foi idealizado pelo jornalista Eduardo Sona e tem por objetivo ser um centro de cultura voltado para a formação dos jovens através da comunicação e da inclusão digital, resgate das tradições e levantamento da história da cidade de Louveira.

O projeto após implantado, será um centro de apoio às oficinas e workshops sobre os mais variados assuntos, principalmente, os relativos à história da cidade.

Neste local serão ministradas palestras, oficinas, workshops e cursos diversos sobre os mais variados assuntos como arte digital, inclusão digital, cidadania, história, filosofia, etc. Todas as oficinas resultarão em trabalhos a serem apresentados através da Internet em site especialmente desenvolvido pelo projeto.

Aproveitando o espaço disponível, pretende-se também montar – com a ajuda dos grupos de jovens – um museu virtual da cidade. Toda a pesquisa e digitalização do acervo serão realizadas pelos próprios alunos.

À partir da implantação e pelo fato de funcionar junto à Rádio Comunitária, todas as ações do Centro Cultural será devidamente coberta pela emissora, que manterá em sua grade de programação um horário específico para isso. Essa programação, agregada a outros trabalhos realizados pelos alunos, também será veiculada pela Internet através do site da emissora.

Entre as oficinas e cursos oferecidos, os jovens encontrarão diversos deles da área de comunicação como locução, produção e história da música. Nesse caso, além dos trabalhos específicos a serem realizados nos cursos, os alunos poderão também colocar seus projetos em prática através da emissora de FM.

A união da teoria e da prática oferecerá aos jovens novas possibilidades profissionais e educacionais. Além da transmissão via FM, a Internet será outro meio a ser amplamente utilizado no projeto.
Os alunos serão apresentados às novas ferramentas como as redes sociais e vídeos digitais. Após receberem os conceitos, seus projetos digitais serão veiculados e divulgados pela Internet. Com isso, rompe-se a barreira local, tornando esses trabalhos, interessante para outros grupos e cidades.

Unindo arte com o meio digital, os jovens terão em mãos novas ferramentas de comunicação que farão toda a diferença em seus futuros profissionais. É a arte e cultura promovendo, assim, a inclusão social entre os menos favorecidos.

Os Pontos de Cultura contemplam iniciativas que envolvem a comunidade em atividades ligadas à arte, educação, cidadania e economia solidária. Os grupos selecionados passam a receber recursos dos governos para potencializar seus trabalhos. Atualmente, existem 1.500 Pontos de Cultura espalhados pelo país, sendo que o Estado de São Paulo será o estado a ter a maior rede do País.

Sobre Eduardo Sona

Jornalista, radialista e palestrante, formado pela Faculdade Cásper Líbero e com passagens pelo Jornal da Tarde, Rádio Eldorado FM e Rádio Transamérica FM. Desde março deste ano é o responsável pela programação e jornalismo, da Rádio Comunitária Novo Tempo, da cidade de Louveira e conta com a ajuda da jornalista Juliana Horta - a Jujah para toda empreitada cultural.

Assisti hoje ao trailer e me emocionei muito...
LULA O FILHO DO BRASIL
Lula, o filho do Brasil é um filme baseado na trajetória do atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Dirigido por Fábio Barreto, cineasta indicado ao Oscar por O Quatrilho, o filme está previsto para estrear em todo subcontinente sul-americano no início 2010.
Baseado no livro homônimo escrito pela jornalista Denise Paraná, o filme narrará a história de Lula de seu nascimento até a morte de sua mãe, quando é um líder sindical de 35 anos detido pela polícia política da ditadura militar.
O roteiro foi escrito por Paraná, Fábio Barreto e Daniel Tendler, enquanto o escritor Fernando Bonassi está aperfeiçoando-o.O ator João Miguel, conhecido por seu papel em Cinema, Aspirinas e Urubus, foi convidado para interpretar Lula, mas teve de acabar recusando à proposta devido a problemas com sua agenda. Após a desistência de Tay Lopez por problemas de sáude, Barreto escolheu o ator Rui Ricardo Dias para interpretar Lula na fase adulta.
No elenco principal são os de Glória e Cléo Pires e Juliana Baroni , que devem interpretar a mãe, a primeira esposa de Lula e dona Marisa Letícia, respectivamente.O filme foi produzido por Luiz Carlos Barreto e Paula Barreto, pai e irmã do diretor, e está previsto para ser o primeiro filme brasileiro a estrear simultaneamente em todo continente sul-americano.
A previsão de estréia é para o início de 2010 . O orçamento do filme é relativamente alto para os padrões do cinema brasileiro. Foram cerca de 18 milhões de reais que Barreto planejou obter sem subsídio municipal, estadual ou federal para evitar críticas . O filme começou a ser rodado no final de janeiro de 2009 em Garanhuns, terra natal de Lula .
A trajetória de vida de Lula coincide com vários aspectos marcantes da história do Brasil, motivo pelo qual Paraná decidiu escrever o livro, que é sua tese de doutorado em História pela Universidade de São Paulo (USP). Durante sua pesquisa para o livro, Paraná entrevistou Lula e várias pessoas ligadas a ele. De acordo com ela, enquanto ouvia os depoimentos de Lula, pensava consigo mesmo se tratar de "um roteiro de filme mal escrito, porque tudo se encaixa" .


Dentre os fatos da trajetória de Lula e da história do Brasil que se encaixam, de acordo com Paraná, estão a morte da primeira esposa dele por erro médico no parto na mesma época em que o Brasil detinha um dos maiores índices mundiais de morte no parto, a migração da família de Lula no momento em que o Brasil presencia sua maior onda de migração interna e o alcoolismo que marca o pai de Lula no período de maior incidência deste vício no Nordeste .



NOVO CD MASSACRATION

Massacration é uma banda humorística de Heavy Metal (semelhante ao Spinal Tap) criada por integrantes do programa de humor da MTV Brasil intitulado Hermes e Renato. O quadro de humor no qual a banda aparecia acabou tomando proporções enormes e criando uma legião de admiradores, o que levou a banda a fazer concertos de verdade. Fazendo paródias de bandas de heavy metal como Manowar, a banda lançou em 2005 seu primeiro CD, produzido pelo VJ Zé do Alho & Cia.
Em 2002 surgiu um clipe musical no programa Hermes e Renato com a banda Massacration , uma paródia aos clichês presentes em bandas de heavy metal. Apesar de bandas inventadas para o selo fictício do programa, Trololó Records, serem uma piada recorrente, o Massacration chamou atenção pelos falsetes do vocalista Detonator, pelo infame refrão "Aruê Aruô" e pelo cuidado musical acima da média das paródias do programa. A canção apresentada no clipe, "Metal Massacre Attack", foi reapresentada diversas vezes ao longo do ano.
Em dezembro de 2002, numa paródia ao tradicional Luau MTV da programação de verão da MTV Brasil, os integrantes do Hermes e Renato decidiram fazer seu próprio programa musical na praia, intitulado "Luau Hermes e Renato". João Gordo assumiu a posição de apresentador.

O Massacration se apresentou ao lado de outras bandas fictícias do selo Fiofó Records, como Coração Melão e MC Sacana. Esta era a segunda aparição do grupo, após o clipe de Metal Massacre Attack. Além desta, o Massacration apresentou uma canção então inédita: Metal Bucetation. Com uma apresentação energética, culminando com a destruição do violão por parte de Blondie Hammet, o Massacration atingiu enorme repercussão entre os telespectadores do programa e headbangers.

Seguiram-se novas aparições no programa Hermes e Renato com os clipes de "Metal Bucetation" e "Metal Milk-Shake" e uma apresentação no programa "Cláudio Ricardo" (para promover o "single" Metal Bucetation) além de entrevistas e participações em outros programas da MTV (como o Garagem do Edgar e a premiação anual VMB).

Além de abrir os shows para a turnê brasileira em 2004 do Sepultura (com o baterista da banda, Igor Cavalera, assumindo a bateria do Massacration como o personagem mascarado "El Esqueleto"(Saga de He-Man)), a banda se apresentou em festivais como o BMU em 2004, Planeta Atlântida, Abril Pro Rock e Porão do Rock em 2005, entre outros. Nestas apresentações a banda tinha no seu setlist, além das canções próprias lançadas até então, um cover de Kill With Power do Manowar e uma nova canção: "Cereal Metal".

Em 2005 a banda estreia o seu próprio programa musical na grade da MTV, o Total Massacration, apresentando clipes de Heavy Metal e enquetes envolvendo a própria banda. No segundo semestre do ano os integrantes do Hermes e Renato assinam contrato com a gravadora Deckdisc para um álbum do Massacration. Em outubro do mesmo ano este é lançado, com o título de Gates of Metal Fried Chicken of Death. A primeira canção de trabalho do álbum é "Metal Is The Law". Estava previsto para 2007 o lançamento do segundo CD Good Blood Headbangers produzido por Roy Z, porém o lançamento foi adiado e confirmado para o final do primeiro semestre de 2009.

O vocalista Detonator é um castrati, uma técnica empregada da Idade Média até o século XIX, em que se corta a bolsa escrotal dos meninos antes da puberdade para que pudessem cantar com a voz muito fina, devido à falta de hormônios como a testosterona. Porém, ao invés disso, ele acabou cortando o próprio pênis.


Metal Avenger (baixista) resolveu seguir sua carreira tocando baixo porque, segundo ele, seus vizinhos reclamavam quando ele tocava alto em casa.
Jimmy Hammer (bateria) e Headmaster (guitarra), antes de fazerem parte do Massacration, tocavam na extinta banda M.M.U.S! (Metal Makes Us Strong!- "Metal Nos Deixa Fortes!").
Os outros membros desta banda, segundo entrevista dada à revista Rock Brigade, trabalham atualmente em uma peixaria na Groenlândia e se correspondem esporadicamente com os antigos companheiros de banda.

A canção Kill With Power foi escrita pelo Massacration para o Manowar a pedido de Eric Adams (vocalista da banda). Mais tarde o Manowar inseriu uns "solinhos gays" (nas palavras de Detonator) e passou a tocar como se fosse deles.
Por causa da sua soberba vendagem, o Massacration possui um disco Plutônio-Triplo-Radioativo.

Blondie Hammett (guitarrista) e Tony Iommi (Black Sabbath) trabalhavam com o presidente Lula numa tornearia. Após se apropriar de uma fita demo esquecida por Hammett no local de trabalho e lançá-la como o single homônimo à sua banda, Tony teve os dedos cortados no torno em represália e Lula, ao tentar ajudar, acabou por perder o dedo mínimo esquerdo.

Sobre a razão de cantarem canções em inglês, Blondie Hammett respondeu uma vez que: "Se Deus é brasileiro, o Diabo com certeza é americano, por isso escrevemos as letras em inglês".

Frase característica: "DEATH TO ALL THOSE WHO PLAY FAKE METAL" (Morte a todos aqueles que tocam falso metal)

Detonator deixa seu cabelo crescer muito desde os nove anos porque, segundo ele, seu pai o doutrinou nos caminhos do metal. Os cabelo de Blondie Hammett e Headmaster são perucas. Jimmy the Hammer tem seus cabelos cuidados por seu namorado.
Metal Avenger deixa seu cabelo crescer mas nunca o lava.

Antes de serem uma banda de sucesso, eles ensaiavam na "casa de massas" de seu amigo Crezio, o qual tinha uma casa de massas chamada Massas Crezio. Quando Detonator e Blondie Hammett, que já se conheciam, chamaram os outros três integrantes Jimmy the Hammer, Headmaster e Metal Avenger que trabalhavam no local, eles resolveram, em troca do patrocínio de raviólis e capeletes para eles, intitular a banda com o nome de "Massascrezio", após isso "Massacrezio", depois "Massacretion" e finalmente "Massacration".
ENTREVISTA
Em um Bate-Papo no UOL (confira aqui na íntegra) o MASSACRATION comentou, entre outros temas, sobre o segundo CD da banda, “Good Blood Headbangers”, recentemente gravado. Seguem alguns trechos.
Sobre o segundo CD:

Massacration: Já terminados de gravar, foi uma produção do Roy Z, produtor do Bruce Dickinson, do Iron Maiden, e o prazer foi todo dele. O Roy Z queria muito participar de nossa história, então falamos 'tudo bem, é só desembolsar 500 mil dólares'.

Massacration: Este disco já foi gravado e estará pronto em duas ou três semanas e vamos pensar em um dia lançar. Nós gravamos com os nossos próprios recursos, pois somos milionários. A gravadoras são uma maneira de estorquir dinheiro das bandas por isso resolvemos gravar com os nossos próprios recursos. (...) Assim que tiver sido concluído o leilão da gravadora, entraremos nos trâmites finais e no final do ano com certeza será lançado o maior disco de heavy metal do universo chamado "Good Blood Headbangers"... (...) Por enquanto estamos reclusos junto ao deus metal para fazer uma grande surpresa a todos os amigos headbangers.

Sobre homenagens no segundo CD:


Massacration: Foi uma participação muito bonita que emociona só de lembrar. Uma pessoa que conhecemos há pouco tempo, mas tem o espírito do Massacration. É conhecido aqui e se chama Falcão. Tem uma música que cantou conosco que se chama "The Mummy". É sobre uma múmia do faraó que fica 2.000 anos sem sexo e sai com um pênis gigantesco atrás de vítimas. A minha voz aguda com a voz dele que nem sei definir como é. Parece um animal, um falcão. Ficou perfeito o casamento. Fizemos uma outra homenagem a uma senhora. A sra. Dercy Gonçalves. Não pudemos ir para a festa, não deu para ir. O resultado do "Good Blood Headbangers" ainda não se encontra na história. Fizemos as músicas e gravamos e até agora não conseguimos achar uma definição perfeita. Temo até que cause algum problema para a sociedade, pois é um fenômeno.
Como associar vida conjugal, fãs e shows:

Massacration: Somos uma espécie de Jesus Cristo do heavy metal. Então resolvemos tudo e qualquer problema. Somos uma espécie de semi-deuses.

Sobre comer alguem no fundo do palco

Massacration: Fundo do palco é coisa para amador. É coisa para o Ian Gillan do Deep Purple, que tinha esta mania...

Sobre Detonator ter virado Emo:

Massacration: Sabe aquela vacina que tomamos quando se é bebezinho? Pois é, tomamos uma vacina como essa em Metal Land contra estas coisas. E se nascer com franjinha a gente já mata.



MOMA ( MUSEU DE NOVA YORK)

Museu de Arte Moderna (Museum of Modern Art), mais conhecido como MoMA, é um museu da cidade de Nova Iorque, fundado no ano de 1929 como uma instituição educacional. Atualmente é um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do Mundo. Está recebendo as obras de arte de Tim Burton.

Tim Burton, fez os filmes:



Os fantasmas se divertem




Batman 1989





Edward mãos de tesoura



O estranho mundo de Jack





Sweeny Todd



O cavaleiro sem cabeça



Alice no país das maravilhas ( estreia ano que vem)
Os filmes de Tim Burton, tem o cenário sombriu e uma história intrigante, um dos atores preferidos por vestir totalmente qualquer que seja o perfil dos personagens e Jonny Deep.
Vale a pena acompanhar sempre sua trajetória.
Hoje dedico esta coluna ao amigo e gerente de uma casa hype: o Inferno Club da Rua Augusta em São Paulo. Cris é uma pessoa guerreira que ultrapassou as dificuldades que surgiram em sua administração por estar cercado de
" amigos".
Cris, parabéns por toda sua conquista, profissional e pessoal. Nós merecemos afinal rsrs.
bjsssss
Jujah







terça-feira, 17 de novembro de 2009

O encerramento em grande estilo foi no SESC Pinheiros Ano da França no Brasil chega à reta final com um final de semana de intensos e explosivos encontros durante o "Estação SESC Brasil” .
Não poderia terminar melhor. O sábado de encerramento do Ano da França no Brasil teve a energia como protagonista no palco do Teatro Paulo Autran, dia 14 de novembro. “Estação SESC Brasil” reuniu a cada dia dois encontros de artistas, um francês e um brasileiro, para dividir o palco para um intercâmbio musical entre os dois países.




Na abertura do desafio, a tarefa ficou com dupla Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra, que harmonizou bem com o roqueiro Bertignac e também o grupo do rapper francês Spleen que sintonizou com a banda Isca de Polícia.



Após uma turnê que passou por Recife, João Pessoa e Brasília, Spleen chegou a São Paulo bem à vontade. “Tivemos a chance de encontrar uma cultura e um povo, e também colaborar com artistas muito talentosos e com uma visão sobre música completamente diferente”, conta.
Sobre o público até agora, ele confessa estar entusiasmado. “Eu não tenho nada a reclamar, porque me dizem que nosso show é muito apreciado por todos os lugares por onde passamos. Para nós é realmente incrível, porque as pessoas têm uma cultura da dança e do canto, que não é comum na França”, observa.
Já Paulo Lepetit, curador do festival “Estação SESC Brasil”, junto com Mathieu Rougé, e também baixista da banda Isca de Polícia, vê a turnê como uma experiência marcante para todos. “A gente trabalhou o ano inteiro nisso. A convivência com os músicos franceses tem sido muito bacana, enriquecedora. Eles estão realmente encantados com essa troca.
Alguns estão indo embora amanhã e estão saudosos e tristes por isso”, acredita. Mesmo antes dos shows começarem, o público já se entusiasmava com o que iria ver e apostava no calor com que os brasileiros geralmente recebem os visitantes. “Acho que os brasileiros sabem recepcionar muito bem os franceses, então eles devem estar muito à vontade no palco”, previa o funcionário público Paulo Gomes, de 45 anos.
Foi isso que viu até aqui no Ano da França no Brasil a aposentada Cecília Gomes. “Viemos a vários eventos, já nem sei mais dizer quais. É um intercâmbio muito bonito, interessantíssimo, que sempre acresce muito a gente”, relata.



Isca de Polícia a banda do Itamar Assumpção, você se lembra?


TOM ZÉ


Edgard afirma que é bom sair dos padrões de referência anglo-saxões. “Essa troca de informação de artistas bacanas, falando línguas latinas, saindo do eixo Inglaterra-Estados Unidos, é bom para trazer coisas novas à plateia. Aqui em São Paulo tem uma colônia francesa forte, mas esses shows foram para o nordeste e Brasília também e devem ter aberto a cabeça de muita gente. Fiquei muito feliz pelo convite”, declara o guitarrista, aclamado com um dos melhores do Brasil.
No domingo, será a vez dos artistas Jeanne Cherhal + Tom Zé e Sandra Nkaké + Naná Vasconcellos


Naná Vasconcelos

bjs a todos
Jujah


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

França e Brasil

Bonecos gigantes sobrevoaram o Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Dentro dos eventos de encerramento do Ano da França no Brasil, o grupo Plasticiens Volants se apresentou no centro da cidade com boneco inspirado na obra dos osgemeos.
No dia 12 de novembro, o Vale do Anhangabaú recebeu visitantes inusitados. Em comemoração ao Ano da França no Brasil, os gigantes infláveis do grupo francês Plasticiens Volants fizeram uma apresentação especial. Em parceria com os artistas de rua brasileiros, conhecidos como osgemeos, o grupo deu vida a um dos desenhos dos artistas que fica estampado na parede de um prédio do vale. Chamado carinhosamente de "O estrangeiro", o boneco ganhou vida e contou com a ajuda de amigos que o ensinaram a andar e até mesmo a voar. E fará o mesmo no dia 13 de novembro às 19h30.
Otávio Pandolfo, um dos gêmeos, conta que a conversa com o grupo francês começou há 2 anos quando foram apresentados por um produtor na Holanda. "Já tínhamos visto o trabalho deles no Brasil em 1995 quando nos conhecemos oficialmente. Foi muito emocionante ver nossa obra virar um boneco tridimensional de 20 metros de altura." Para ele, iniciativas como essas são muito ricas para os brasileiros. "O Plasticiens Volants é um grupo de teatro de rua, arte que é bem tradicional na França. O Brasil ainda é tímido em apresentações desse tipo. Acho importante trazer trabalhos nesse formato e incentivar nossos artistas."

Marc Bureau, diretor do grupo Plasticiens Volants, ficou emocionado durante o espetáculo. Segundo ele, o público brasileiro é sempre muito animado e cuidadoso com os bonecos. "Eles se envolvem mais com o espetáculo do que os europeus. Fiquei realmente feliz e emocionado. Além disso, o público ainda foi super cuidadoso com nossos bonecos", garante Marc. "Para nós, essa troca de cultura é muito rica. Trabalhar com osgemeos foi muito interessante. Já gostávamos do trabalho deles e depois que tivemos a oportunidade de ver mais coisas, viramos fãs".
Para o presidente do Comissariado Brasileiro do Ano da França no Brasil, Danilo dos Santos de Miranda, não havia melhor maneira de festejar a união entre os dois países. "Juntamos aqui artistas brasileiros e franceses que trabalharam para realizar um mesmo espetáculo, que foi apresentado na rua, num lugar simbólico de São Paulo. Um resumo dos ideais do Ano da França no Brasil."
E quem concorda é a administradora do Ano da França no Brasil, Moema Salgado. "Nos preocupamos em marcar três datas principais do ano - abertura, 7 de setembro e encerramento - com trabalhos populares e abertos ao público. É o que vem acontecendo nessa semana em todo país e não poderia ser diferente em São Paulo."
A festa no Vale do Anhangabaú ainda contou com um show de abertura do grupo Siba e a Fuloresta, com participação especial da Nação Zumbi.
No dia 13, o grupo repete a dose às 18h30 com participação especial de Zeca Baleiro. Siba conta que para os artistas é sempre um prazer participar de encontros culturais. "Fizemos um evento do Ano da França no Brasil em Belém e agora estamos aqui em São Paulo para um segundo. Acho muito bacana essa troca, assim como foi ótimo termos tido o Ano do Brasil na França", garante o compositor.
Renata de Almeida, produtora, levou os filhos Jonas, de 11 anos, e Tiago, de 7, para acompanhar o evento. "Temos acompanhado alguns eventos do Ano. Para mim, que estive envolvida na Mostra de Cinema, foi bastante interessante. Tivemos vários filmes franceses e um deles, inclusive, foi premiado", lembra Renata. Os meninos estavam animados com o espetáculo e dentre os eventos do Ano da França no Brasil, lembraram do Pequeno Príncipe. "Ainda queremos ir lá ver", garante Jonas.
Os irlandeses do Cranberries, que anunciaram recentemente o retorno aos palcos, vêm ao Brasil pela primeira vez no início de 2010 para quatro shows. A banda liderada pela vocalista Dolores O'Riordan passará pelo Rio de Janeiro (28/01, Citibank Hall), São Paulo (30/01, Credicard Hall), Belo Horizonte (31/01, Chevrolet Hall) e Porto Alegre (03/02, Pepsi On Stage).

A pré-venda dos ingressos para clientes do cartão começam já no próximo dia 18, mas a produtora da turnê brasileira ainda não tem informações sobre os valores das entradas. Na página do Cranberries ainda não constam as datas no Brasil, mas no site oficial de Dolores já há anúncio sobre a turnê na América Latina, que começa no dia 26 de janeiro em Santiago, no Chile, e passa também por Peru, Equador, Venezuela e Argentina.

O Cranberries ganhou fama mundial no começo da década de 1990 com hits como "Linger", "Zombie", "Dreams", "Ode to My Family" e "Just My Imagination". Além de Dolores, a banda é formada também Fergal Patrick Lawler (bateria) e pelos irmãos Noel (guitarra) e Mike Hogan (baixo). Eles encerraram as atividades em 2003 e anunciaram o retorno aos palcos para este mês de novembro numa turnê pelos Estados Unidos e Europa.

A banda nunca tocou no Brasil, conforme confirmado por Dolores em entrevista ao UOL em 2007, ano em que ela esteve por aqui para fazer shows em carreira solo. Essa atual turnê brasileira também coincide com o lançamento do novo disco solo da vocalista, "No Baggage



A novela mexicana da semana, foi para a banda Aerosmith


De acordo com o guitarrista Joe Perry, o vocalista Steven Tyler nunca mais entrou em contato com os demais integrantes do Aerosmith e, ao que tudo indica, decidiu deixar a banda.Joe foi além e disse que é muito provável que a banda comece a procurar por um vocalista para substituir Steven, já que acabar com a banda não está nos planos dos músicos.A saída de Steve, contudo, ainda não foi confirmada



O vocalista do Aerosmith, Steve Tyler, declarou que não vai deixar a banda, um dia depois que a imprensa especulou sobre a saída do músico.
Tyler, de 61 anos, apareceu de surpresa durante um show de seu colega Joe Perry para interpretar uma versão do clássico do Aerosmith 'Walk This Way'. Mas, antes de começar a canção, Tyler declarou ao público: 'Só quero que Nova York saiba que não vou deixar o Aerosmith e, Joe Perry, você é um homem de muitas cores, mas eu sou a mãe do arco-íris!', gritou no palco.
O futuro da banda de rock formada em Boston parecia incerto na segunda-feira, depois da publicação de notícias - não confirmadas - indicando que Tyler teria deixado o grupo depois de 40 anos juntos. Tyler, um dos funddores do Aerosmith, havia assinalado que estava se despedindo da banda em uma recente entrevista à revista britânica especializada em música Classic Rock.
'Não sei ainda o que estou fazendo. Mas, definitivamente, será algo Steven Tyler: vou trabalhar na minha própria marca, a grife Tyler'. O guitarrista Joe Perry alimentou os rumores ao indicar ao jornal Las Vegas Sun que o cantor havia deixado a banda depois de um show recente em Abu Dhabi




Sublime de volta !!! Ebaaaaa

No dia 23 de outubro, o baixista Eric Wilson e o baterista Bud Gaugh fizeram um show de reunião do Sublime num festival californiano, tendo o vocalista e guitarrista Rome Ramirez no lugar de Bradley Nowell, que faleceu em 1996, vítima de uma overdose de heroína aos 28 anos de idade.Contrariando a família do falecido frontman, que alega que o uso do nome da banda era direito exclusivo de Bradley, a reunião foi feita sob o nome Sublime.Após uma ação legal, a família de Bradley conseguiu o que queria: um juiz determinou que os integrantes remanescentes não podem se apresentar como Sublime.


CD SAINDO DO FORNO - DEAD FISH
A banda capixaba de hardcore Dead Fish lançará no final do mês seu álbum mais recente, “Contra Todos”, na vizinha Argentina.Por lá, o trabalho será lançado pelo selo Pinhead Records.Aproveitando o lançamento, o quarteto toca em Buenos Aires no dia 22 de novembro, na comemoração dos 77 anos do Luna Park, tradicional casa de shows da capital.

São essas as news culturais.

Aproveitem o sol com moderação e muiiiiiito protetor solar

BJs Jujah